Cinco investimentos com potencial de alto retorno no mercado de luxo

Como ganhar dinheiro com bolsas, sneakers, joias, arte contemporânea e bebidas


Bolsas-ícone

Quanto mais trabalhada for a peça e mais icônica for a marca, maiores o lances que se pode conseguir. As marcas mais desejadas pelos colecionadores são Hermès, com os modelos Birkin e Kelly, Chanel, com o “básico” modelo 2.55, e a Louis Vuitton, que tem os modelos Pochette Metis e Eva no ranking das mais procuradas. Vale a regra das bebidas, que precisam estar em ótimas condições para valer os milhões do colecionador.


Mini Birkin, da Hermès (Christian Vierig/Getty Images)

Sneakers

Há um consenso: os modelos Air Jordan, da Nike, “envelhecem” melhor. Além de serem fáceis de revender nas plataformas dedicadas aos tênis, com valorização superior a 1.000% a dependender do ano, da assinatura e da tiragem, ganharam ainda mais os holofotes com o leilão de um par de 1985 avaliado em US$ 560 mil. O segundo recorde, também da Nike, foi um “moon shoe” de 1972, vendido em 2019 por US$ 437,5 mil.


Air Jordan 1, lançamento da Off White-Nike Jordan 1 (Edward Berthelot//Getty Images)

Joias

Gemas sempre foram investimentos seguros. Um dos maiores lances dados em um bracelete ocorreu em 2019, com a venda pela Sotheby’s de um Cartier de diamantes e safira, datado de 1927, por 31 milhões de francos suíços. Mas olhe com carinho os diamante coloridos, especificamente azuis e rosados. O motivo é simples: as minas, que já eram escassas, podem sumir nos próximos anos. Os amarelos ainda são bons investimentos para a “poupança”. Lembre-se: diamantes são eternos e, como diz a música, os melhores amigos das garotas.


Bracelete Art Deco feito pela Cartier em 1927, com 46.07 quilates (Tristan Fewings/Getty Images)

Arte contemporânea

De acordo com o último relatório da KFLII, estima-se que o investimento em obras de arte traga retorno de 141% em dez anos. Com a baixa oferta de artistas impressionistas, Picassos e supostos DaVincis, o olhos se voltam para os artistas contemporâneos. Além dos grafites de Bansky e os azulejos de Invader, Jeff Koons está em alta. Ele ganhou, no ano passado, o título de artista vivo mais caro do mundo após seu “Rabbit”, de 1986 e feito em aço inoxidável, ter sido leiloado pela Christie’s por US$ 91 milhões.


Jeff Koons ao lado de sua escultura Rabbit, em Oxford (Steve Parsons/PA Images/Getty Images)

Bebidas

Apesar da oferta de vinhos ser maior que a de whiskies raros, ambos registram aumentos anuais em seus preços e, no longo prazo, ganhos na casa dos três dígitos. Bordeaux raros são sempre bem quistos, mas borgonhas, champanhe e rótulos do norte da Itália tiveram aumento expressivo de cerca de 8% em seus valores no ano passado. As vendas da Sotheby’s de garrafas da vínicola Domaine de la Romanée-Conti estabeleceram um recorde após o leilão de uma coleção particular avaliada em US$ 27 milhões.


Vinhos Domaine de la Romanée Conti (James Andanson/Sygma via Getty Images/Getty Images)

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